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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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7 alimentos transgénicos que consumimos sem saber

Mäyjo, 16.11.13

7 alimentos transgénicos que consumimos sem saber

 

Há alimentos geneticamente modificados que estão no seu prato, todos os dias, mas passam despercebidos. A revista Visão elaborou um artigo sobre o tema e, em baixo, poderá ler as principais conclusões – que, de resto, nos devem colocar em alerta.

Aspartame. É um adoçante muito utilizado na substituição do açúcar e, na verdade, um composto químico artificial, feito em laboratório através da manipulação de vários compostos. Pode ser encontrado em milhares de produtos que consumimos diariamente: refrigerantes, iogurtes, chocolates, doces.

Óleos refinados. Estão em quase todos os alimentos que contêm gorduras vegetais. Os de soja, colza, milho, palma, girassol ou amendoim são normalmente misturados com óleos alimentares e azeites (excepto virgem extra) ou comida processada.

Amido de milho, xarope de milho. Extraídos do milho (grande parte deste grão produzido do mundo é geneticamente modificado), estão presentes em produtos como massas, bolachas, cereais, biscoitos, barras energéticas, comida pré-congelada, bebidas ou águas aromatizadas.

Margarina. Utiliza gorduras vegetais (de soja, colza, milho, palma, girassol, amendoim) purificadas e hidrogenadas extraídas de plantas transgénicas.

Leite de vaca. A somatropina bovina (BST) é uma forma geneticamente modificada de hormona de crescimento bovino que provoca um aumento da produção de leite. O seu uso é proibido na União Europeia, mas autorizado nos Estados Unidos e Brasil

Salsicha. É uma mistura de produtos e subprodutos de origem animal, mas muitas marcas usam soja e xaropes de milho geneticamente modificados.

Soja e derivados. A soja é a principal solução de alimentação para vegetarianos e vegans, mas 70% da sua produção mundial é geneticamente modificada.

 

in: Green Savers

Sistema de partilha de bicicletas já chega a 500 cidades mundiais. Lisboa continua fora da lista.

Mäyjo, 16.11.13

Sistema de partilha de bicicletas já chega a 500 cidades mundiais. Lisboa continua fora da lista.

 

Ao contrário de há alguns anos, hoje em dia é perfeitamente normal ver bicicletas nas grandes cidades globais, acompanhadas – ou não – do respectivo estacionamento e sistema de partilha.

Segundo o The Economist, há cerca de 500 sistemas de partilha de bicicletas nas principais cidades globais, um número onde continua a faltar, infelizmente, a capital portuguesa. A maioria destes sistemas foi lançado a partir de 2004 e, também um número muito significativo, é considerado um sucesso.

Os primeiros 30 minutos costumam ser oferecidos, mas mesmo para quem circule durante um certo tempo, esta solução é incrivelmente mais barata que andar de táxi ou carro. “As bicicletas podem variar de modelos básicos, como em Hangzhou, na China, ou os recentes modelos com GPS e tablets, que será lançado brevemente em Copenhaga”, explica o The Economist.

O primeiro sistema de partilha de bicicletas foi um autêntico insucesso, porém. Em 1960, a cidade de Amesterdão colocou na rua cerca de 50 bicicletas gratuitas, que foram imediatamente roubadas. O segundo sistema, que utilizava moedas para levantar as bicicletas, também não resultou, e só à terceira, com tecnologia, a cidade conseguiu controlar o esquema.

Ainda de acordo com o The Economist, que cita o Earth Policy Institute (EPI), em Washington, a maioria dos sistemas de partilha de bicicletas estão na Europa. Ainda assim, há mais bicicletas disponíveis na Ásia – só a China tem 350 mil bicicletas partilhadas.

Os Estados Unidos, por outro lado, tinham em 2012 cerca de 21 sistemas e 8.500 bicicletas disponíveis, mas é provável que este número chegue às 37 mil no próximo ano.

Em Londres, o sistema tem 8.000 bicicletas disponíveis e será melhorado com outras duas mil até ao final do ano. Em Paris, os números são muito impressionantes: desde 2007, já foram feitas 173 milhões viagens de duas rodas.

Finalmente, e em termos de financiamento, as parcerias público privadas lideram o processo. Em Nova Iorque, o sistema é patrocinado pelo Citibank e MasterCard; em Paris, a JCDecaux paga-o em troca de espaço publicitário nas paragens de autocarros e outdoors; em Londres, o Barclays é o patrocinador.

 

Foto: Milão, sob licença Creative Commons


in: Green Savers

Tufão Haiyan: o antes e depois da destruição de Tacloban, Filipinas

Mäyjo, 16.11.13

Tufão Haiyan: o antes e depois da destruição de Tacloban, Filipinas (com FOTOS)

 

 

Agora que sabemos que as Filipinas culpam as alterações climáticas pela devastação do tufão Haiyan, que dizimou, sobretudo, as ilhas de Leyte e Samar, é tempo de olhar para os verdadeiros estragos do fenómeno – o número de mortos já está nos 1.774, mas serão muito mais.

A cidade de Tacloban, outrora um centro vibrante e cheio de espaços verdes, foi uma das mais atingidas pela intempérie. Os seus 220 mil habitantes fugiram – os que puderam – e o local transformou-se num cenário dantesco de destruição – de acordo com fontes governamentais, o número de mortos deverá chegar aos 10 mil.

 

Mais do que palavras, as fotos são a maior prova da destruição do Haiyan. Veja algumas imagens do antes e depois da passagem do tufão.

 

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in: Green Savers